As Organizações Não Governamentais (ONGs) alertam para os riscos de introdução do vírus, através da avicultura industrial, em reservas biológicas como as Ilhas Galápagos. Alguns países,
como a Holanda, já estudam a vacinação das aves nos zoológicos para protegê-las da enfermidade.
Os
sintomas associados podem variar muito, dependendo de inúmeros
factores como idade das aves, virulência do agente, doenças
relacionadas, principalmente as imunodepressoras, e factores
ambientais.
Alguns
exemplos de sintomas: sinais nervosos, redução no consumo de
alimento e de água por parte dos animais, depressão e alteração
postural.
As
principais manifestações físicas são: edema da face, crista e
barbelas, hemorragias nas patas, tosse, espirros, secreção nasal,
penas arrepiadas, queda na postura, diarreia, paralisia, torcicolo,
expasmos na coluna vertebral, convulsão e morte. Também pode ser
observada morte súbita sem apresentação de sinais clínicos.
É
através da via horizontal, de ave a ave, que ocorre a transmissão
da influenza aviária.
Até
o momento, não foi demonstrada transmissão vertical ou da mãe à
cria. A influenza aviária pode ser facilmente difundida. O vírus da
influenza aviária é capaz de sobreviver no meio ambiente, na água,
matéria orgânica, dependendo das condições de temperatura e
humidade, por um longo período de tempo e quase que indefinidamente
em materiais congelados.
Aves
infectadas, excretam o vírus através das secreções do tracto
respiratório e das fezes, cama contaminada de aviários,
equipamentos, produtos avícolas, carros e camiões que fazem o
transporte das granjas para mercados ou centrais de vendas, pessoas,
através da roupa, sapatos, mãos e cabelos, insectos, roedores e
outros animais podem difundir o vírus. Normalmente, o período de
incubação varia de 3 a 5 dias podendo chegar a 14 dias no caso de
um lote. O período de incubação vai depender da dose do vírus, da
rota de infecção, da espécie afectada e da habilidade de detectar
os sinais clínicos.

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