Instituto de Medicina Tradicional

Prof. Teresa Semedo
Realizado por: Luna Hora, 7394
Naturopatia 2ºA

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Os sintomas e as formas de transmissão do Vírus

Um grande número de aves domésticas, e selvagens, são susceptíveis à infecção pelo vírus influenza. A maioria dos isolamentos foi oriunda de patos.
As Organizações Não Governamentais (ONGs) alertam para os riscos de introdução do vírus, através da avicultura industrial, em reservas biológicas como as Ilhas Galápagos. Alguns países,
como a Holanda, já estudam a vacinação das aves nos zoológicos para protegê-las da enfermidade.
Os sintomas associados podem variar muito, dependendo de inúmeros factores como idade das aves, virulência do agente, doenças relacionadas, principalmente as imunodepressoras, e factores ambientais.
Alguns exemplos de sintomas: sinais nervosos, redução no consumo de alimento e de água por parte dos animais, depressão e alteração postural.
As principais manifestações físicas são: edema da face, crista e barbelas, hemorragias nas patas, tosse, espirros, secreção nasal, penas arrepiadas, queda na postura, diarreia, paralisia, torcicolo, expasmos na coluna vertebral, convulsão e morte. Também pode ser observada morte súbita sem apresentação de sinais clínicos.

É através da via horizontal, de ave a ave, que ocorre a transmissão da influenza aviária.
Até o momento, não foi demonstrada transmissão vertical ou da mãe à cria. A influenza aviária pode ser facilmente difundida. O vírus da influenza aviária é capaz de sobreviver no meio ambiente, na água, matéria orgânica, dependendo das condições de temperatura e humidade, por um longo período de tempo e quase que indefinidamente em materiais congelados.


Aves infectadas, excretam o vírus através das secreções do tracto respiratório e das fezes, cama contaminada de aviários, equipamentos, produtos avícolas, carros e camiões que fazem o transporte das granjas para mercados ou centrais de vendas, pessoas, através da roupa, sapatos, mãos e cabelos, insectos, roedores e outros animais podem difundir o vírus. Normalmente, o período de incubação varia de 3 a 5 dias podendo chegar a 14 dias no caso de um lote. O período de incubação vai depender da dose do vírus, da rota de infecção, da espécie afectada e da habilidade de detectar os sinais clínicos.

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